Terça, 18 Dezembro 2018

Hino do Município

HORÁRIO DE EXPEDIENTE


NO PERÍODO DE

04 DE NOVEMBRO DE 2018

A

03 DE MARÇO DE 2019



HORÁRIO DE ATENDIMENTO

DAS 13H ÀS 19H 


Telefone: (51) 3664-0011

Portal da Transparência

Portal do Servidor

Portal do Servidor

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
DO POSTO DE SAÚDE

MANHÃ: 8h às 12h
TARDE: 13h 30min às 17h 30min
TELEFONE POSTO: (51) 3664 - 0247

FONE PLANTÃO:
NOITES / FERIADOS / FINS DE SEMANA
(51) 99955 - 6662

WhatsApp:
Secretaria da Saúde: (51) 99955-6662
ESF Guilherme Cleo Biasi: (51) 99964 - 0247

Informações / Reclamações:
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TELEFONES: (51) 3664 0010

 

TELEFONES ÚTEIS

 

(51) 3664 - 0011

Prefeitura Municipal

(51) 3664 - 0121
Banrisul

193 
Bombeiros

(51) 8033 - 8791 [ Vivo ]
(51) 8953 - 6264 [ Claro ]
Brigada Militar
Dom Pedro de Alcântara

(51) 3667 - 1377
Brigada Militar - Três Cachoeiras

(51) 3664 - 0001 
Câmara Municipal

(51) 9933 - 6289 
Companhia de Água e Esgoto

(51) 9935 - 0816 
Conselho Tutelar

(51) 3664 - 0385 
Correios

(51) 3664 - 1100 
Hospital de Pronto Socorro - HPS

(51) 3664 - 0126 
Polícia/Delegacia

(51) 3664 - 0258 
Rodoviária

Administração 2017 a 2020

Projeto para contratação do profissional está aguardando aprovação da Câmara de Vereadores do município há um mês

 

 

A falta de alguns medicamentos na Farmácia Básica de Dom Pedro de Alcântara se deve à ausência de um farmacêutico responsável, de acordo com a secretária municipal de Saúde, Fabiana Schwanck. Mesmo após o município já ter concluído o processo seletivo para contratação do profissional e já ter sido notificado pelo Conselho Regional de Farmácia do RS devido à obrigatoriedade do especialista, o projeto para contratar o farmacêutico está aguardando aprovação da Câmara Municipal de Vereadores há mais de um mês.

Conforme explica a secretária, está cada vez mais rígida a comercialização dos medicamentos pelas empresas farmacêuticas e o acompanhamento de um profissional da área, principalmente na compra, tem se tornado indispensável. “Com a falta do farmacêutico, não está sendo possível adquirir certas medicações como antibióticos, remédios controlados, dentre outros, e a população está ficando desassistida”, disse Fabiana.

O farmacêutico foi introduzido na saúde pública quando a Lei nº 5.991 de 1973 exigiu que o profissional se tornasse responsável técnico pelas farmácias municipais no Brasil. Porém, no SUS esse serviço começou de forma efetiva tardiamente. Essa demora na implantação deste profissional na saúde pública ocasionou muitos casos de uso indevido de medicamento, mortes e interações medicamentosas.

De acordo com o Conselho Regional de Farmácia, a presença desse profissional é indispensável, pois ele é necessário para a distribuição correta de medicamentos, atendimento dos pacientes, planejamento, organização e cuidado de toda parte administrativa do estabelecimento. Contribui ainda para racionalizar o uso de medicamentos, padronizar condutas terapêuticas, facilitar o fluxo de informações entre a farmácia e o usuário e evitar perdas. “O farmacêutico não é apenas um profissional que fornece o medicamento, ele é quem se preocupa com o paciente, orienta e cuida para que sejam utilizados medicamentos e formas farmacêuticas corretas, de forma a reduzir os riscos, e ser responsável por toda a gestão da farmácia, desde a aquisição até a distribuição”, garante o Conselho.

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